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T&B Pharma Consulting

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Anvisa: Brasil descarta medicamento vencido de forma inadequada — Descarte de Medicamentos

Logística reversa poderia ser uma saída, mas números imprecisos sobre quantidade gerada a cada ano dificultam implantação do sistema
 
O descarte de medicamentos vencidos continua sendo feito de forma inadequada no país. A deficiência, que impõe riscos ao meio ambiente e à saúde pública, foi reconhecida em debate realizada ontem pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA).
De acordo com o diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Jaime Oliveira, não há números precisos sobre o volume de medicamentos que perdem a validade anualmente no país, mas estima-se que pode chegar a 34 mil toneladas. Corrigir essa imprecisão é fundamental, segundo ele, para dimensionar os custos da chamada logística reversa.
Esse sistema delega ao consumidor a tarefa de levar os materiais inservíveis a pontos específicos de coleta para, a partir daí, comerciantes, distribuidores, fabricantes e importadores providenciarem seu descarte seguro.
A Lei 12.305/10, que regulou a Política Nacional de Resíduos Sólidos, não incluiu os remédios entre os produtos submetidos à logística reversa. Apesar disso, governo, indústria, atacadistas e varejistas buscam uma solução.

A expectativa é de que um acordo setorial seja fechado até o início de 2013. Paralelamente, vêm ocorrendo experiências esparsas de recolhimento e destinação final de remédios vencidos, concentradas nas regiões Sul e Sudeste.
Segundo o presidente executivo da Associação Brasileira de Redes de Farmácia e Drogarias (Abrafarma), Sérgio Mena Barreto, três desafios se impõem à estruturação da logística reversa para o setor: o alto custo do sistema, as dimensões continentais do país e o conflito sobre a responsabilidade da destinação final.
— Já vimos farmácia enterrando medicamento vencido na beira de um rio em São Paulo — disse.
Fonte: Jornal do Senado

Anvisa: Brasil descarta medicamento vencido de forma inadequada — Descarte de Medicamentos

Anvisa aprova resolução que obriga laboratórios a fornecer amostras para fabricação de genéricos | Agência Brasil

Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (15) texto da resolução que obriga as empresas detentoras de medicamentos de referência (de marca) a fornecer exemplares dos produtos aos laboratórios interessados em fabricar genéricos ou similares.
A intenção é facilitar o acesso da indústria dos genéricos aos medicamentos originais que não estão a venda nas farmácias, como aqueles disponíveis apenas em hospitais. Há casos em que os laboratórios esperam até seis meses para conseguir os exemplares, atrasando o processo de fabricação e entrada de um novo produto no mercado.
O medicamento de referência é necessário nos testes usados para comprovar que a cópia é tão eficaz e segura quanto ao original.
“É um clamor das indústrias que produzem genéricos e enfrentam dificuldade de obtenção de um medicamento de referência para fazer os estudos de bioequivalência”, explicou o presidente da Anvisa, Dirceu Barbano.
O fornecimento não será gratuito, a empresa interessada precisa pagar pelo original. Se houver dificuldade de acesso, a Anvisa pode obrigar a detentora do registro a vender a referência ao laboratório solicitante.
O texto foi elaborado após opiniões colhidas em consulta pública sobre o tema, que durou dois meses e terminou no dia 23 de março. O documento passará ainda por análise do departamento jurídico da Anvisa para, depois, entrar em vigor.
Os diretores da agência reguladora também revogaram a resolução que obrigava a indústria do fumo a mudar as embalagens dos cigarros e outros produtos para a inclusão da logomarca e do novo número do Disque Saúde (136). A decisão é porque a logomarca do Disque Saúde será alterada em maio do próximo ano.
Em vigor desde abril, a norma previa a substituição do telefone antigo do Disque Saúde (0800 611997) pelo novo contato nos rótulos dos maços e também nas imagens de advertência. O prazo de adequação era de três meses. As embalagens com o número antigo poderiam continuar no mercado por até seis meses.
 

Edição: Rivadavia Severo



Anvisa aprova resolução que obriga laboratórios a fornecer amostras para fabricação de genéricos | Agência Brasil

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Anvisa determina apreensão de anorexígeno | Blog da Saúde

Anvisa determina apreensão de anorexígeno

Foto: Radius Images/Corbis
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta segunda-feira (14/5), no Diário Oficial da União (DOU), uma resolução que determina a apreensão e a inutilização, em todo o país, de todos os lotes falsificados do medicamento Desobesi- M.
A versão falsificada do Desobesi-M apresentava a seguinte identificação: lotes L1100285 Fab. set/11 – Val. Set/13, L1100090 Val. Mar/14, L1100090 Fab. Mar/11 – Val. Mar/13, L1103972 Fab. Jun/11 – Val. Jun/13 e L1100090 Val. Mar/13.
A medida de apreensão e inutilização do medicamento foi determinada pela Anvisa depois que foram identificadas falsificações do Desobesi-M que se assemelham ao produto original, fabricado pela Aché Laboratórios Farmacêuticos Ltda até dezembro de 2011. O produto falsificado possui inclusive a mesma numeração de lote dos originais.
Embora a falsificação dos medicamentos seja a razão da decisão de apreensão, o registro do Desobesi-M está cancelado pela Anvisa desde o dia 11 de dezembro de 2011, por determinação da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) no 52, de 2011.
A RDC 52/2011 proíbe a fabricação, a importação, a exportação, a distribuição, a manipulação, a prescrição, a dispensação, o aviamento, o comércio e o uso de medicamentos ou fórmulas medicamentosas que contenham as substâncias anfepramona, femproporex e mazindol, princípios ativos classificados como anorexígenos do tipo anfetamínico.
Fonte: Imprensa/Anvisa





Anvisa determina apreensão de anorexígeno | Blog da Saúde

Recorde nos genéricos ( Folha de S.Paulo )

06/05/2012 - Os medicamentos genéricos atingiram recorde de participação de mercado no primeiro trimestre deste ano. O número chegou a 25,4%, de acordo com dados da Pró Genéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos). No mesmo período de 2011 a fatia era de 22,7%.
De janeiro a março deste ano, o valor das vendas somou R$ 2,4 bilhões, alta de 35,4% em relação ao mesmo período do ano passado. A evolução das unidades vendidas no período foi de 23,5%.
"O Brasil vai bem, [há] mais gente com renda adicional e os medicamentos passam a ter um papel importante. E o genérico é que vai fazer com que todo mundo possa comprar remédios", diz o presidente da associação, Odnir Finotti.
Segundo Finotti, a previsão é chegar ao final do ano com uma participação de mercado de 30%.

De acordo com a Abrafarma (Associação Brasileira de Farmácias de Drogarias), que abrange as 28 maiores redes de farmácias do país e uma rede de supermercados, as vendas de genéricos cresceram 170% de 2007 a 2011.




Recorde nos genéricos ( Folha de S.Paulo )

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Consumo de medicamentos movimentará R$ 63 bilhões em 2012


Data: 05-04-2012 12:54 | Publicado por: Revista Saúde S/A

Consumo de medicamentos movimentará R$ 63 bilhões em 2012
Potencial de Consumo por Classe e por Região
Potencial Anual de Consumo para medicamentos por Região








O comércio de medicamentos deve movimentar R$ 63 bilhões este ano, valor 13% maior do que em 2011. A média per capita deve ser de R$ 386,43. Os dados são estimativas do Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do IBOPE Inteligência.

As classes B e C serão as principais responsáveis por esse consumo. Juntas, elas correspondem a 80% do valor total, com gastos de R$ 23 e R$ 27 bilhões, respectivamente. A classe A, que corresponde a apenas 2,6% dos domicílios analisados, tem potencial de consumo de R$ 6,55 bilhões, 10% do total.

Potencial Anual de Consumo para medicamentos por Classe

Potencial de consumo por região - ao analizar o consumo de medicamentos por região, o estudo mostra que o Sudeste tem o maior potencial de consumo, com 51,5%, seguido pelas regiões Sul (17,35%) e Nordeste (17,5%). A região de menor representatividade é a Norte, com apenas 5,51% do consumo. Porém, o menor consumo per capita é na região Nordeste, onde cada pessoa deve gastar apenas R$ 280 com medicamentos durante o ano.

Potencial Anual de Consumo para medicamentos por Região

No comparativo classe social por região, a classe C tem o maior potencial, em todas as regiões do Brasil.

Potencial de Consumo por Classe e por Região

Fonte: IBOPE Inteligência / Pyxis Consumo

Revista Saude S/A Midia Kit Saúde S/A

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