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T&B Pharma Consulting

terça-feira, 16 de julho de 2013

WHO, TGA & MHRA: Just What Does the Word 'Adulterated' Mean? - Barry A. Friedman | Pharma Evolution

WHO, TGA & MHRA: Just What Does the Word 'Adulterated' Mean?

Barry A. Friedman, PhD, Independent Consultant
Wednesday, July 10, 2013 13:20 EDT






sábado, 13 de julho de 2013

Anvisa proíbe venda de chá e emagrecedores | Agência Brasil

Da Agência Brasil
Brasília – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a distribuição e venda do chá misto solúvel Funchinane, por conter substâncias não permitidas para chás. A decisão foi divulgada hoje (12) no Diário Oficial da União.
Produzido pela empresa Naturelife, o chá contém maltodextrina (carboidrato que aumenta energia muscular), sucralose (adoçante) e dióxido de silício – todas substâncias proibidas para chás.
A comercialização dos emagrecedores Bio Waist Spirulina em cápsula e Bio Waist – Quitosana e Spirulina em cápsulas da empresa La Mata Laboratório Botânico também está proibida em todo o país. Os produtos não têm registro, segundo a agência reguladora.
As medidas valem em todo o território nacional.
A Agência Brasil tentou entrar em contato com as empresas por telefone. O número informado no site da empresa Naturelife não existe e a empresa La Mata não atendeu às ligações.
Edição: Carolina Pimentel

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir o material é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil
source:

Anvisa proíbe venda de chá e emagrecedores | Agência Brasil

quarta-feira, 10 de julho de 2013

GMP News: EU-GMP: New Annex 16 released

The European Commission has published the draft of the new EU-GMP Guideline Annex 16 "Certification by a Qualified Person and Batch Release".
As one important topic, it has been pointed out that the major task of a Qualified Person (QP) is the certification of a batch for its release. In this context, the QP must personally ensure the tasks listed chapter 3.5., and, for certain products, those listed in chapter 3.6 and 3.7. A lot of these tasks can be delegated and the QP can rely on the respective Quality Management Systems. However "the QP should have on-going assurance that this reliance is well founded" (3.5.3). Amongst these tasks are for example:
  • Starting material compliance and supply chain security, including GMP assessments by third parties
  • Manufacturing and testing performance
  • Manufacturing and testing processes validation
  • Changes and investigations completion
It is important to mention in this context that "the ultimate responsibility for the performance of an authorised medicinal product over its lifetime; its safety, quality and efficacy lies with the marketing authorisation holder (MAH). "(2.1.). "… the responsibility for ensuring that a particular batch has been manufactured in accordance with its marketing authorisation, with EU Good Manufacturing Practice (GMP), or equivalent, … lies with the QP"(2.2).
In the case that the QP has to rely on the correct functioning of the quality management system of other sites, the QP "should ensure that a written final assessment and approval of third party audit reports has been made". The QP should also "be aware of the outcome of an audit with critical impact on the product quality before certifying the relevant batches."
Another important section clarifies the role of the QP when it comes to deviations, implementing main features of the EMA Position Paper on QP Discretion (which was issued in February 2006 and updated January 2008). Chapter 5 of the draft describes the "handling of unplanned deviations". A batch with an unplanned/unexpected deviation from details contained within the Marketing Authorisation and/or GMP may be certified if a risk assessment clearly indicates that the deviation has no "adverse  effect on quality, safety or efficacy of the product" (as long as the registered specifications for active substances, excipients and finished products have been met).
Stakeholders are invited to comment on this draft (150 KB) by 5 November 2013 at the latest. Comments should be sent by email to: ADM-GMDP@ema.europa.eu and SANCO-pharmaceuticals-D6@ec.europa.eu. The deadline for coming into operation is 6 months from publication.
In a special session at the 8th QP Forum from 28-29 November 2013 in Lisbon, Portugal, you will also be able to discuss this draft.
GMP News: EU-GMP: New Annex 16 released

Medicamento para leucemia linfoide aguda terá produção nacional | Blog da Saúde

Medicamento para leucemia linfoide aguda terá produção nacional


Foto: Kelly Redinger / Corbis
Chamado de Leucemia Linfoide Aguda, o dano genético adquirido no DNA dos glóbulos brancos na medula óssea tem de 80% a 90% de cura em crianças. Para o tratamento, o medicamento mais indicado é o L-asparaginase, que será produzido no Brasil a partir de 2015. A produção nacional do medicamento, que é essencial quando utilizado em conjunto com outros agentes quimioterápicos, é resultado de uma parceria entre a Fiocruz e dois laboratórios privados, NT Pharma e Unitec Biotec.
Com a produção nacional do remédio, mais de 3 mil crianças serão beneficiadas por ano, além da aquisição de 52,3 mil frascos de L-Asparaginase para este ano. Isso porque, até 2012, este medicamento era distribuído por uma empresa brasileira em parceria com outra, estrangeira, que interrompeu a fabricação, causando assim a baixa dos estoques, previstos para durarem até Julho de 2013.
Para diagnosticar a leucemia é necessário realizar exames de sangue e ficar atento aos sintomas. A pessoa pode apresentar anemia, baixa imunidade, gânglios linfáticos inchados principalmente no pescoço ou axilas, sangramentos de gengivas e pelo nariz, manchas roxas ou pontos sob a pele, febre, dores de cabeça. Depois de diagnosticada é importante que o tratamento seja feito com rapidez.
Os pacientes que estão em tratamento devem tomar algumas precauções com a saúde, como:
  •  Lavar as mãos com frequência;
  •  Evitar frutas frescas, cruas e vegetais e outros alimentos que possam conter germes;
  •  Evitar contato com flores e plantas;
  • Pedir para que outras pessoas lavem suas mãos antes de tocar em você;
  •  Evitar multidões e contato com pessoas doentes.
Fonte: Kathlen Amado / Blog da Saúde

Medicamento para leucemia linfoide aguda terá produção nacional | Blog da Saúde

sábado, 6 de julho de 2013

Hydrogen Peroxide Vapor Biodecontamination Technology Are All Hydrogen Peroxides The Same

Hydrogen Peroxide Vapor Biodecontamination Technology Are All Hydrogen Peroxides The Same

White Paper | July 5, 2013

Hydrogen Peroxide Vapor Biodecontamination Technology: Are All Hydrogen Peroxides The Same?

Source: STERIS Corporation
VaporBiodecontamination.jpg
By Arthur Papineau, BS ChE, MBA, Ben Gomez, BS BA, MBA, and John Klostermyer, PhD, STERIS Life Sciences 
When deciding to purchase your first hydrogen peroxide vapor biodecontamination equipment, there are many factors to consider. One of these factors involves the type of hydrogen peroxide you will use as the sterilant in your equipment. There are many concentrations and many grades of each concentration of hydrogen peroxide available on the market from many different suppliers. They are not all created the same nor will they perform the same. Choosing the wrong hydrogen peroxide for your equipment can not only cause damage to your equipment resulting in downtime and costly maintenance fees, but it can also affect the efficacy of your biodecontamination cycles.
Hydrogen peroxide (CAS No. 7722-84-1) is available as an aqueous solution in concentrations from 3% to 98%. It is a clear, colorless liquid with a slight odor and strong oxidizing properties. The oxidation potential of hydrogen peroxide is slightly below that of ozone and slightly above that of chlorine dioxide. Due to its strong oxidation potential, hydrogen peroxide is an excellent sterilant.
In general, hydrogen peroxide vapor biodecontamination equipment uses 31% and higher formulations of hydrogen peroxide as the sterilant. Typically, 31%, 35%, 50% and 70% are commercially available. At these concentrations, there are essentially three grades of hydrogen peroxide: technical, food and semi-conductor. Within each of these grades, there are various products available. The major difference in these products is the stabilizer formulation used. As a general rule of thumb, technical grade is more stabilized than food grade which is more stabilized than semi-conductor grade. The reason for the different products within each grade is because each is designed for specific application requirements. This is important to consider when choosing the hydrogen peroxide formulation you will use for your equipment and application.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Anvisa define metas de desempenho para os próximos 12 meses


28 de junho de 2013
As novas metas de desempenho institucional da Anvisa priorizam iniciativas voltadas para a produção nacional de medicamentos e produtos para saúde, além de trazer compromissos concretos para melhorar o ritmo das análises de processos na Agência.
Uma das metas definidas para os próximos 12 meses é a de analisar 1613 processos de registro de medicamentos que se encontram na Anvisa. Outra que terá impacto direto no setor produtivo é a de emitir a primeira manifestação de análise das petições de cadastro e registro de produtos para saúde no prazo máximo de até 90 dias.
Segundo o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, as metas têm relação direta com o plano de trabalho assinado recentemente entre o Ministério da Saúde e a Anvisa, que preve ações para modernizar a análise do registro de novos produtos e dar mais rapidez ao processo. “Alinhamos as metas de desempenho da Agência com o contrato de gestão, assinado com o Ministério, e isso nos permite dirigir o esfoço da instituição para aquelas ações que irão gerar mais resultados para o desenvolvimento social e econômico do país”, explicou Barbano.
As novas metas também incluem melhorias na gestão, como a implantação da gestão de pessoas por competências e o dimensionamento da força de trabalho. As ações devem melhorar a capacidade operacional da Agência, reduzir o tempo de aprovação de produtos, desburocratizar processos e eliminar custos para empresários, microempreendedores e agricultores familiares. 
As metas de desempenho institucional foram publicadas nesta quinta-feira (27/6) no Diário Oficial da União. O prazo para cumprimento dos compromissos é de 12 meses, començando em julho deste ano. Ao todo, são 16 metas institucionais que têm impacto direto na remuneração dos servidores da Agência.








Veja a lista completa das metas aprovadas pela Diretoria Colegiada:


Macroprocessos

Metas
Área Responsável
Percentual
Coordenação do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária

1
Fluxo de capacitação do SNVS implementado
Nepec
5%
2
Percentual de ações de vigilância sanitária em serviços de saúde coordenadas pela GGTES junto ao SNVS para o cumprimento do Programa Nacional de Qualidade em Mamografia.
GGTES
5%
Monitoramento e Controle Sanitário
3
Publicar o Perfil Analítico da Rede Nacional de Laboratórios de Vigilância Sanitária
GGLAS
5%
4
Processos de importação deferidos /indeferidos em até 5 dias úteis.
GGPAF
5%
5
Monitorar as ações de notificação de eventos adversos, conforme RDC que institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde.
GGTES
5%
Gestão Institucional
6
Dispor de dimensionamento de efetivo adequado, tendo por base um modelo de gestão por processos e por competências.
GGRHU
5%
7
Definir modelo de gestão de pessoas por competência a ser implementado na Anvisa.
GGRHU
5%
8
Adquirir e implantar tecnologia informatizada para controle de frequência dos servidores da Anvisa.
GGRHU
5%
9
Contratar 85% das demandas para aquisição de bens e serviços em, no máximo, 90 dias corridos.
GGGAF
5%
Autorização e Registro  Sanitário
10
Reduzir o tempo de análise das petições de registro de medicamentos estratégicos.
GGMED
5%
11
Publicar 100% das solicitações de concessão de AFE e AE no prazo de 60 dias.
GGIMP
5%
12
Analisar 1613 processos de registro que compõem o passivo da gerencia geral de medicamentos em 2013.
GGMED
5%
13
Emitir a primeira manifestação de análise das petições de cadastro e registro de produtos para a saúde no prazo máximo de até 90 dias
GGTPS
5%
Regulação Sanitária
14
Publicar no Portal da Anvisa os Relatórios de Análise de Contribuição das Consultas Públicas (CPs) que resultaram em Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) publicada na vigência deste ciclo de A.D.I. (1º de julho de 2013 a 30 de junho de 2014).
Nureg
10%
Ações Transversais
15
Promover o acompanhamento e a avaliação das ações da Anvisa relacionadas a eventos de massa.
GGALI
12,5%
16
Implementar sistemática de acompanhamento e monitoramento dos desdobramentos a partir das decisões tomadas pela Dicol.
Secol
12,5%

Imprensa / Anvisa
http://s.anvisa.gov.br/wps/s/r/cb4m
 

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Dr. João Massud Filho, MD - Diretor Trials Consulting e Presidente SBMF