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T&B Pharma Consulting

domingo, 30 de novembro de 2014

ABIQUIF - Clipping - Jornal Valor Econômico 27 de Novembro de 2014 Merck aposta em biológicos e nos países emergentes Um dos maiores fabricantes de medicamentos do mundo, o grupo alemão Merck colocou um olho nos mercados emergentes e outro em produtos biológicos e de alta complexidade para traçar a estratégia que deve garantir a continuidade do crescimento dos negócios em um ambiente de concorrência cada vez mais acirrada. Três áreas prioritárias - oncologia, imuno-oncologia e imunologia e doenças auto-imunes -, devem receber atenção especial no que se refere ao desenvolvimento de produtos inovadores pelo grupo, que investe € 1 bilhão por ano em pesquisas clínicas com medicamentos biológicos. O terceiro pilar do planejamento da multinacional, que faturou € 10,7 bilhões mundialmente e 250 milhões de euros no Brasil em 2013, inclui a gestão do ciclo de vida das principais marcas, com vistas a aproveitar ao máximo as oportunidades de mercado e buscar o balanço ideal entre global e regional. "Nos últimos anos, temos executado um esforço contínuo para globalizar a operação, que antes estava muito concentrada na Europa", disse ao Valor a médica espanhola Belén Garijo, presidente executiva da divisão biofarmacêutica do grupo, a Merck Serono. Esses esforços já resultaram em maior pulverização geográfica. Hoje, mais de 40% das receitas são geradas em países emergentes e veio da América Latina a maior contribuição para o crescimento das vendas nos últimos dois anos, embora China, Índia e Oriente Médio estejam mostrando índices de expansão significativos. O Brasil, conforme diz a executiva, já cumpre o papel de plataforma produtiva para a região e, logo mais, assumirá posição relevante para o desenvolvimento de produtos biossimilares para esse mercado. O ajuste do foco geográfico foi acompanhado, mais recentemente, por mudanças na estrutura de comando do grupo. Em 1º de janeiro, Belén, de 54 anos, assumirá novas atribuições, em um importante marco para a Merck, que se apresenta como a mais antiga indústria química e farmacêutica em operação. Além de tornar-se a primeira mulher a ocupar uma cadeira no conselho executivo global da Merck, Belén será a primeira executiva de nacionalidade não alemã a integrar o grupo de elite da multinacional. No conselho, a executiva responderá por toda o negócio farmacêutico, que inclui, além da Merck Serono, as operações de saúde do consumidor, alergia e biossimilares. Ao mesmo tempo, Stefan Oschman, que lidera a unidade farmacêutica do grupo alemão, foi nomeado vice-presidente executivo e vice-presidente do conselho executivo da Merck. Com sede em Darmstadt, a companhia tem cerca de 30% de seu capital mercado e a fatia majoritária, de 70%, segue nas mãos da família que dá nome ao grupo. Em sua terceira visita ao Brasil, Belén ressaltou a importância da medicina biológica para o futuro da indústria, e da saúde humana, e falou ainda sobre a recém-firmada parceria com a americana Pfizer, que marca a entrada da Merck no mercado de oncologia dos Estados Unidos e representa um dos maiores acordos já firmados pela indústria farmacêutica em torno de uma droga que completou a fase um de TESTEShttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png. Pelo acordo, a Pfizer pagará até US$ 2,85 bilhões à companhia alemã para desenvolver em conjunto um anticorpo que poderá ser usado no tratamento de diferentes tipos de câncer. Inicialmente, as pesquisas estarão concentradas no anticorpo anti-PL-D1, que em uma primeira fase de testes tratou mais de 550 pacientes. Já a parceria com a brasileira Bionovis (formada por Aché, EMS, Hypermarcas e União Química), que prevê o desenvolvimento, a fabricação e comercialização de medicamentos biológicos usados para tratamento de câncer, artrite reumatóide e esclerose múltipla, possibilitará à Merck ampliar presença no sexto maior mercado farmacêutico do mundo. "Queremos desenvolver soluções realistas. E transferir tecnologia para aumentar nossa participação no Brasil", afirmou Belén. O acordo foi firmado em abril deste ano, no âmbito das chamadas Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), programa do governo federal que envolve laboratórios públicos e privados, inclusive de capital estrangeiro, e prevê a produção de sete drogas biossimilares, cujo faturamento global alcança US$ 38,1 bilhões, segundo dados do IMS Health. Dois dos medicamentos envolvidos na parceria pertencem à Merck, o Erbitux, campeão de vendas usado no tratamento de câncer e que ainda não é vendido no Brasil, e o Interferon beta 1ª, para tratamento de esclerose múltipla, já disponível no país. As outras cinco drogas foram desenvolvidas por outras farmacêuticas, Pfizer, Roche e Abbot, e terão biossimilares desenvolvidos pela Merck diante da perda de patente. "As oportunidades no campo da medicina biológica representam hoje fantásticas oportunidades para a Merck", enfatizou Belén, acrescentando que, atualmente, essa categoria de produtos representa 56% do faturamento da companhia. A fábrica de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, é potencial candidata a novos projetos de expansão, à medida que os negócios da Merck cresçam na América Latina. "Temos a intenção de continuar investindo no Brasil e consolidar a parceria com a Bionovis", disse a executiva. Assim como nos demais mercados emergentes, o avanço das vendas da Merck tem se dado por meio da medicina geral e cardiometabólica. Com a ampliação do portfólio no país, porém, o motor de expansão dever ser outro. "A expectativa é a de que o crescimento se dará por meio dos medicamentos biológicos", ponderou Belén. Stella Fontes




Jornal Valor Econômico
27 de Novembro de 2014


Merck aposta em biológicos e nos países emergentes

Um dos maiores fabricantes de medicamentos do mundo, o grupo alemão Merck colocou um olho nos mercados emergentes e outro em produtos biológicos e de alta complexidade para traçar a estratégia que deve garantir a continuidade do crescimento dos negócios em um ambiente de concorrência cada vez mais acirrada.

Três áreas prioritárias - oncologia, imuno-oncologia e imunologia e doenças auto-imunes -, devem receber atenção especial no que se refere ao desenvolvimento de produtos inovadores pelo grupo, que investe € 1 bilhão por ano em pesquisas clínicas com medicamentos biológicos.

O terceiro pilar do planejamento da multinacional, que faturou € 10,7 bilhões mundialmente e 250 milhões de euros no Brasil em 2013, inclui a gestão do ciclo de vida das principais marcas, com vistas a aproveitar ao máximo as oportunidades de mercado e buscar o balanço ideal entre global e regional.

"Nos últimos anos, temos executado um esforço contínuo para globalizar a operação, que antes estava muito concentrada na Europa", disse ao Valor a médica espanhola Belén Garijo, presidente executiva da divisão biofarmacêutica do grupo, a Merck Serono.

Esses esforços já resultaram em maior pulverização geográfica. Hoje, mais de 40% das receitas são geradas em países emergentes e veio da América Latina a maior contribuição para o crescimento das vendas nos últimos dois anos, embora China, Índia e Oriente Médio estejam mostrando índices de expansão significativos.

O Brasil, conforme diz a executiva, já cumpre o papel de plataforma produtiva para a região e, logo mais, assumirá posição relevante para o desenvolvimento de produtos biossimilares para esse mercado.

O ajuste do foco geográfico foi acompanhado, mais recentemente, por mudanças na estrutura de comando do grupo. Em 1º de janeiro, Belén, de 54 anos, assumirá novas atribuições, em um importante marco para a Merck, que se apresenta como a mais antiga indústria química e farmacêutica em operação. Além de tornar-se a primeira mulher a ocupar uma cadeira no conselho executivo global da Merck, Belén será a primeira executiva de nacionalidade não alemã a integrar o grupo de elite da multinacional.

No conselho, a executiva responderá por toda o negócio farmacêutico, que inclui, além da Merck Serono, as operações de saúde do consumidor, alergia e biossimilares. Ao mesmo tempo, Stefan Oschman, que lidera a unidade farmacêutica do grupo alemão, foi nomeado vice-presidente executivo e vice-presidente do conselho executivo da Merck. Com sede em Darmstadt, a companhia tem cerca de 30% de seu capital mercado e a fatia majoritária, de 70%, segue nas mãos da família que dá nome ao grupo.

Em sua terceira visita ao Brasil, Belén ressaltou a importância da medicina biológica para o futuro da indústria, e da saúde humana, e falou ainda sobre a recém-firmada parceria com a americana Pfizer, que marca a entrada da Merck no mercado de oncologia dos Estados Unidos e representa um dos maiores acordos já firmados pela indústria farmacêutica em torno de uma droga que completou a fase um de TESTEShttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png.

Pelo acordo, a Pfizer pagará até US$ 2,85 bilhões à companhia alemã para desenvolver em conjunto um anticorpo que poderá ser usado no tratamento de diferentes tipos de câncer. Inicialmente, as pesquisas estarão concentradas no anticorpo anti-PL-D1, que em uma primeira fase de testes tratou mais de 550 pacientes.

Já a parceria com a brasileira Bionovis (formada por Aché, EMS, Hypermarcas e União Química), que prevê o desenvolvimento, a fabricação e comercialização de medicamentos biológicos usados para tratamento de câncer, artrite reumatóide e esclerose múltipla, possibilitará à Merck ampliar presença no sexto maior mercado farmacêutico do mundo. "Queremos desenvolver soluções realistas. E transferir tecnologia para aumentar nossa participação no Brasil", afirmou Belén.

O acordo foi firmado em abril deste ano, no âmbito das chamadas Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), programa do governo federal que envolve laboratórios públicos e privados, inclusive de capital estrangeiro, e prevê a produção de sete drogas biossimilares, cujo faturamento global alcança US$ 38,1 bilhões, segundo dados do IMS Health.

Dois dos medicamentos envolvidos na parceria pertencem à Merck, o Erbitux, campeão de vendas usado no tratamento de câncer e que ainda não é vendido no Brasil, e o Interferon beta 1ª, para tratamento de esclerose múltipla, já disponível no país.

As outras cinco drogas foram desenvolvidas por outras farmacêuticas, Pfizer, Roche e Abbot, e terão biossimilares desenvolvidos pela Merck diante da perda de patente. "As oportunidades no campo da medicina biológica representam hoje fantásticas oportunidades para a Merck", enfatizou Belén, acrescentando que, atualmente, essa categoria de produtos representa 56% do faturamento da companhia.

A fábrica de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, é potencial candidata a novos projetos de expansão, à medida que os negócios da Merck cresçam na América Latina. "Temos a intenção de continuar investindo no Brasil e consolidar a parceria com a Bionovis", disse a executiva.

Assim como nos demais mercados emergentes, o avanço das vendas da Merck tem se dado por meio da medicina geral e cardiometabólica. Com a ampliação do portfólio no país, porém, o motor de expansão dever ser outro. "A expectativa é a de que o crescimento se dará por meio dos medicamentos biológicos", ponderou Belén.

Stella Fontes





ABIQUIF - Clipping

How Risk Management Improves Compliance | Quality Digest

Strengthen your QMS with these tools
This is the final installment in our six-part series on how automating common business processes with a quality management system (QMS) can benefit your organization. In this installment, we'll focus on risk management.




How Risk Management Improves Compliance | Quality Digest

GMP News: New Q&A concerning Visual Inspection

The topic 100 percent visual control of parenterals constantly raises new questions, especially as concerns the use of automatic inspection machines or if statistical issues emerge concerning AQL inspections. Following you will find some of these questions and answers by Dr. Tobias Posset (Head of Production Support at Roche Diagnostics).
Question: What are the differences between qualification, particle (Knapp test) and function test set?
Answer: The function test set serves for a sort of system suitability test, i.e. this test is used to test before and after each batch whether the cameras are functioning correctly. Usually, no challenging samples are used for this, but rather unities with particles having a detection rate of 100% such as particles with a size of 1000 µm, vials with missing stoppers....
Qualification test set: the qualification test set consists of product specific containers containing the product and having all known "static" defects (scratches, wrong flip-off, missing stopper,...). Usually, about 10-20% of the containers of the set have a defect. New failures or defects are added to the qualification test set.
Particle test set (Knapp-Test): Sets that contain only particles. These are particles having the size from 50µm to 1000µm and consisting of different materials (plastic, the material stoppers are made of, glass, metal). Hence, they are "non-static", i.e. the defect is in the container or in the drug solution. Particle test sets are part of the qualification test set at the same time.
Question: Should all these test sets be prepared artificially? Should this be done, for instance, by an external laboratory with defined failures?
Answer: We prepare the static defects in-house and a part of the non-static defects are produced externally. But it is also possible to have everything produced externally. But the static defects should be the same that are generated in the worst case by your production machines. Therefore, I advise to make these in-house and get the release from QA. In this way you would have representative bad samples from your process. In the best case you take bad samples from your process but it is not possible to do this for all samples.
Question: Requalification: If the regular requalification of the automatic inspection machine is carried out by means of the test of 5,000 does this mean that the 5,000 vials from one production batch must all be controlled manually and by the automatic inspection machine? I.e. is it necessary to repeat the man-machine-comparison that was carried out in PQ?
Answer: Almost correct. PQ consists of the particle (Knapp test) run, the run concerning the "static" defects and also of a run of 5,000 of GOOD vials. This run of 5,000 is carried out once a year for each product. The Knapp test and the "static" test are not repeated except when there have been changes at the particle detection stations. Without changes (something that occurs only very seldom) only the test of 5,000 is carried out, i.e. 5,000 vials from the automatic inspection machine are inspected by a person and by the machine.

Question: Is it also required to carry out the AQL test with 1,250 randomised vials for the requalification?
Answer: We carry out an evaluation of the AQL values instead of the test of 5,000. In the course of the AQL test the man-machine-comparison is already carried out so that the test of 5,000 can be skipped. Once a year a report is written for each product and the automatic inspection machine is considered to be requalified from AQL test to AQL test (= continuous requalification). This means that we are carrying out a man-machine-comparison for far more than 5,000 vials for our production of market products in one year. This means that we are getting a better statistic (depending on the product in some cases up to 30,000 vials). The automatic inspection machine has already decided "GOOD" and now this is verified by a person in the course of the AQL.
Question: We produce a lot of products with different formats. Until now we use a rejection rate of <2% as acceptance criterion and sets of samples from production to control the functionality of the machine.
Answer: An AQL test should be carried out for each batch. In the meantime this is expected by the authorities and inspectors. This is also described in the ECA Best Practice Paper on Visual Inspection. A control of the rejection rate is also expected but it rather serves for recognizing if a batch differs from the normal unobtrusive production.
Question: The problem is that sets of samples have to be remade regularly since they have expired. How do you prepare the function test set?
Answer: Usually, our sets keep several years. Single samples have to be replaced again and again. These single samples are then released by QA and we introduce them into the set. The sets should be controlled at least once a year and be released again afterwards.
Question: Can we have some representative test sets prepared by an external laboratory and use them in the long term?
Answer: On principal, test sets can also be prepared by external laboratories. But there should be an internal procedure to test the sets for their suitability and to release them. At least once a year it should be controlled if the set is still representative and then it should be released again. In the ECA Best Practice Paper we even recommend to carry out this practice twice a year.
Question: We have about 50 different aqueous solutions for a few hundred products (one solution for several formats). So far we have prepared one set of samples (function set, qualification set including Knapp set) from production rejects. This is very time-consuming. Do you think it might be useful to measure parameters such as viscosity, surface tension of the 50 solutions in order to group the products (bracketing)?
Answer: If I were in your place I would also carry out a bracketing. The rationale using viscosity is completely ok.
Question: Can an automatic inspection machine also inspect oily solutions?
Answer: There is no reason why an inspection of oily substances shouldn't be carried out. But in this case an internal qualification should be carried out since the viscosity changes the physical reaction of the particles.
Question: Should the set of samples for the qualification (training) of the staff be taken directly form the production rejects or should it be produced artificially based on typical defects?
Answer: Usually, the training set should be taken directly from the production rejects. Unfortunately, some failures occur only very rarely so that you have to produce some of them yourself. Finally, you have a set with failures that are typical for the production that has to be released. This guarantees that the failures are typical and that you can use them for training.


GMP News: New Q&A concerning Visual Inspection

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Veja 20 descobertas da ciência que surgiram por acaso - Fotos - Ciência

 VIAGRA - Salvador de casamentos e dos homens em geral, o Viagra também foi um acidente. Farmacêuticos do laboratório Pfizer sintetizavam o Cidrato de Sidenafila para tratar hipertensão. Durante os testes clínicos, a droga se mostrou ineficaz para doenças cardíacas. Mas os homens observaram que a medicação causava outro efeito: ereções mais fortes e mais duradouras



Veja mais no link abaixo:



Veja 20 descobertas da ciência que surgiram por acaso - Fotos - Ciência

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

GMP News: Shared and Dedicated Facilities: EMA publishes final Guideline on Setting health based exposure limits (PDEs)

The EMA has now published the long awaited final version of the Guideline which sets the exposure limits of products manufactured in so-called shared facilities (multipurpose). In other words, the question is how much from a product can be carried over in another one (cross contamination) without posing any risk to patient health. The previous EMA Draft Guideline was released in January 2013.
The possibility to deviate from the main procedure on setting limits if adequately justified is a major change highlighted several times in the document. Also the use in the API production is now defined as optional which means that the main principles can be used when it's necessary.
As expected, there has been no change to the basic calculation of the limits (PDE = Permitted Daily Exposure). However, the No-Effect Level coming in the formula is now the NOAEL = no-observed-adverse-effect-level (previously NOEL). This could lead to discussions about what ‚adverse' is and what isn't.

The limit for genotoxic residues of intermediate products is now the same as for genotoxic impurities from the manufacturing process itself: 1.5  µg (instead of 0.15  µg/day in the draft).

According to the guideline, the PDE approach may not apply to macromolecules since these molecules can be chemically or thermally inactivated. The observation of the completeness of an inactivation or possible degradation products isn't addressed in the present document.
Development products from Phase I and II have been newly added, for which limited toxicological or pharmacological data are available and make thus the estimation of the PDE very difficult. Here, scientific publications are mentioned which describe alternative procedures.
The new section 6 now contains more details about how the authority excepts the derivation of the PDE values incl. the necessary correction factors and the lead effects. A summary of this derivation is also explicitly required for GMP inspectors who - in practice - have to deal with the plausibility of these scientific reports and with e.g. derived limits for cleaning validation.
The transitional period - which is described in several stages - is also new. The transitional period for new products or products introduced for the first time into shared manufacturing facilities is 6 months from publication of the guideline. In the guideline the 1st of June 2015 is written as the date for coming into effect. For products already manufactured in shared facilities the transition period is 1 year. For shared facilities were only products for veterinary use are manufactured, the transition period is 2 years.
Now the interesting question is how welcome and ranked this guideline in practice will be and how deviating approaches from the procedure described will be assessed. In the drafts of Chapter 5 of the EU GMP Guide (Production), EMA's Guideline and the procedure for the calculation of PDEs have been explicitly named. This reference is missing in the finale version. Yet, the EMA guideline refers to the chapters 3 and 5 of the EU Guide and the required scientific and risk-based approach on the handling of products in multipurpose facilities.  In the chapter on cleaning validation of the current draft version of the Annex 15 of the EU GMP Guide (Validation & Qualification) the reference to the EMA Paper is still available. One should expect further changes to the finale version of Annex 15 - finally, one will have to wait for the finale version of the document. See also: Quo Vadis Cleaning Validation.
You can find the final version of the Guideline "Setting health based exposure limits" on the website of the EMA. Please find also recommended events below


Link:

GMP News: Shared and Dedicated Facilities: EMA publishes final Guideline on Setting health based exposure limits (PDEs):



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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

ANVISA - Esclarecimento: Renovação das Certificações de Boas Práticas

Esclarecimento: Renovação das Certificações de Boas Práticas

21 de novembro de 2014

Em atenção a Lei nº 13.043, de 13 de novembro de 2014, publicada em Diário Oficial da União em 14 de novembro de 2014, que modificou dentre outras, a Lei nº11.972, de 6 de julho de 2009, para alterar os prazos para renovação das Certificações de Boas Práticas dos produtos sujeitos ao regime de vigilância sanitária para até 4 (quatro) anos, cumpre a Superintendência de Inspeção Sanitária (SUINP) esclarecer que para que esta alteração entre em vigor, faz-se necessária regulamentação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, quanto ao risco inerente à atividade da empresa.
Portanto, reiteramos que até publicação desta nova regulamentação, permanecem inalterados, os critérios e a validade das Certificações de Boas Práticas dos produtos em questão.
A área responsável irá trabalhar na regulamentação referente a essa alteração.
Abaixo transcrito trecho da Lei nº13.043, de 13 de novembro de 2014, em pauta.
Art. 100. O art. 1o da Lei no 11.972, de 6 de julho de 2009, passa a vigorar com a seguinte alteração: 
"Art. 1o Os prazos para renovação das Certificações de Boas Práticas dos produtos sujeitos ao regime de vigilância sanitária, que constam dos subitens dos itens 1.4, 2.4, 4.3, 6.4, 7.2 e 7.3 da tabela do Anexo II da Lei no 9.782, de 26 de janeiro de 1999, com a redação dada pela Medida Provisória no 2.190-34, de 23 de agosto de 2001, ficam alterados para até 4 (quatro) anos, conforme regulamentação específica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, observado o risco inerente à atividade da empresa.
..............................................................................................." (NR)


Esclarecimento: Renovação das Certificações de Boas Práticas

domingo, 23 de novembro de 2014

ABIQUIF - Clipping - Novo marco impulsiona as Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo




Jornal O Globo

Novo marco impulsiona as Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo

A partir do estabelecimento do marco regulatório para a gestão das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) em saúde, os investimentos anunciados para a produção de medicamentos e vacinas no âmbito dessa política, hoje de R$ 13 bilhões, deverão saltar para R$ 20 bilhões já em 2015.

O passo fundamental será dado hoje, com a apresentação, pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, da portaria que consolida todas as instruções normativas relativas às parcerias, estabelece prazos, reitera as políticas de preços das PDPs e, sobretudo, aumenta a segurança jurídica e econômica dos projetos, de acordo com o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE), Carlos Gadelha.

As PDPs têm por objetivo a transferência de tecnologia entre instituições públicas e privadas e desenvolvimento de medicamentos e vacinas vinculado à demanda do Sistema Único de Saúde (SUS). Até agora, já foram formalizadas 104 parcerias, que envolvem 66 medicamentos, sete vacinas, 19 produtos para saúde e cinco projetos de pesquisa e desenvolvimento e 19 laboratórios públicos e 57 privados. Essas parcerias geraram ainda R$ 9 bilhões em compras públicas e economia média estimada de R$ 4,1 bilhões por ano.

"Essa política usa o poder de compra do Estado, por meio do SUS, que representa cerca de 50% dos gastos de saúde, para o desenvolvimento da tecnologia, em uma articulação de empresas públicas, privadas e internacionais", disse ao Valor o secretário.

A portaria prevê a criação de comissões técnicas interministeriais, compostas pelos ministérios da Saúde, Desenvolvimento, Indústria e Comércio e Ciência e Tecnologia, Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que avaliarão todas as PDPs.

Além disso, estabelece que o Ministério da Saúde publicará, até o fim do ano, a lista de produtos estratégicos para a saúde pública e as empresas, públicas ou privadas, interessadas na produção ou desenvolvimento terão de 1º de janeiro a 30 de abril para apresentar propostas. Inicia-se, então, o período de análise técnica e os selecionados serão conhecidos até o fim do ano. "Todo ano haverá a mesma rotina. Já os prazos das PDPs podem variar de três a dez anos, de acordo com a complexidade tecnológica", explicou Gadelha.

Essa lista de medicamentos de maior interesse à saúde pública será definida pelo Ministério da Saúde, tomando como base desde as políticas setoriais até aspectos mercadológicos, como preço, existência de oferta local e risco de desabastecimento. A portaria também promete acelerar o processo de registro sanitário, com a conclusão da análise de projetos de PDP pela Anvisa em até 60 dias.

"A portaria representa um dos principais marcos da política nacional de desenvolvimento, ao consolidar a área de saúde como área estratégica de desenvolvimento", afirmou o secretário.

Stella Fontes







ABIQUIF - Clipping