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T&B Pharma Consulting

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Shire fecha acordo para comprar NPS por US$5,2 bilhões - DIKAJOB

Aquisição dá sequência ao forte ritmo de negócios fechados no ano passado no setor farmacêutico
Londres - A Shire acordou a compra do grupo norte-americano NPS Pharmaceuticals por 5,2 bilhões de dólares, na maior aquisição já feita pela farmacêutica com sede em Dublin, conforme a companhia busca fortalecer sua posição no lucrativo segmento de medicamentos para doenças raras.
A aquisição dá sequência ao forte ritmo de negócios fechados no ano passado no setor farmacêutico, com as empresas disputando ativos promissores em meio a uma onda de novas drogas desenvolvidas por laboratórios de pesquisa.
O presidente-executivo da Shire, Flemming Ornskov, disse à Reuters que continuará procurando mais negócios para fazer a companhia crescer como uma potência em biotecnologia.
A Shire vai pagar 46 dólares por ação da NPS, o que representa um prêmio de quase 10 por cento sobre o fechamento do papel na sexta-feira, afirmaram as duas empresas no domingo.
A investida não veio como uma grande surpresa, uma vez que a Shire foi ligada pela primeira vez à NPS em maio de 2014.
Quando os planos da Shire para negociar sua venda à AbbVie desmoronaram em outubro, a Shire disse que poderia assumir um outro olhar para perspectivas de negócio anteriores e notícias sobre o interesse da Shire ressurgiram em meados de dezembro.
"Trata-se de crescimento e doenças raras, e isso se encaixa na nossa estratégia e nossa franquia", disse Ornskov.
A Shire espera que a transação exclusivamente em dinheiro contribua para seus lucros ajustados de 2016 em diante.
A empresa acredita que pode alcançar uma economia de custos de cerca de 25 a 35 por cento das previsões de consenso para a base futura de custo operacional independente da NPS de 2017.



Shire fecha acordo para comprar NPS por US$5,2 bilhões - DIKAJOB

domingo, 11 de janeiro de 2015

J&J's Janssen Pharmaceutical starts phase one of its Ebola vaccine clinical trial

J&J's Janssen Pharmaceutical starts phase one of its Ebola vaccine clinical trial


In this Wednesday, Sept. 24, 2014 file photo, health workers load a suspected Ebola patient into the back of an ambulance in Freetown, Sierra Leone. (AP Photo/Michael Duff, File)
In this Wednesday, Sept. 24, 2014 file photo, health workers load a suspected Ebola patient into the back of an ambulance in Freetown, Sierra Leone. (AP Photo/Michael Duff, File)






Johnson & Johnson’s Janssen Pharmaceutical subsidiary said it started the first human phase of a clinical trial on a potential vaccine for Ebola, which has killed 8,153 people in Liberia, Guinea, Sierra Leone, according to World Health Organization figures.

The trial is being led by the Oxford Vaccine Group. J&J has also added production capacity to the effort, saying that more than 400,000 regimens of the vaccine have been produced and will be available by April. If the formula works, plans are in place for production of two million does through the end of 2015.

Read more at http://www.philly.com/philly/blogs/phillypharma/JJs-Janssen-Pharmaceutical-starts-phase-one-of-its-Ebola-vaccine-clinical-trial.html#7QZsUOq07QLoEjmA.99




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Clipping - Pela 1ª vez desde 87, grupo descobre nova classe de antibióticos 08/01/2015 - Folha de S.Paulo

Pela 1ª vez desde 87, grupo descobre nova classe de antibióticos
08/01/2015 - Folha de S.Paulo
Um grupo de cientistas anunciou nesta quarta-feira (7) a descoberta de uma molécula que representa a primeira nova classe de antibióticos introduzida desde 1987.

Em testes com camundongos, a droga conseguiu debelar as formas mais resistentes de tubercolose, sem que o micróbio causador da doença adquirisse resistência. Batizada de teixobactina, a nova substância é produzida por uma bactéria encontrada no solo.

A start-up de biotecnologia NovoBiotic, de Cambridge (EUA), que descobriu a molécula, estima que deve conseguir levá-la a um teste em humanos dentro de dois anos. Se tudo correr bem, a droga estaria disponível no mercado por volta do fim da década.

O fármaco foi encontrado após cientistas analisarem mais de 10 mil amostras de micróbios usando um novo método, que permite o cultivo desses organismos em seu hábitat natural. Antes, para isolar essas bactérias, era preciso cultivá-las em pires de laboratório, mas 99% das espécies não sobreviviam em condições artificiais.

A tecnologia que permitiu aos pesquisadores trabalhar com bactérias em condições mais naturais foi um chip desenvolvido pela Universidade Northeastern, de Boston, que permite separar amostras minúsculas de bactérias sem tirá-las de suas amostras de solo originais.

Uma bactéria que os pesquisadores batizaram de Elephteria terrae era aquela que produzia a substância descoberta. A molécula foi capaz de aniquilar a terrível linhagem MRSA da Staphylococcus aureus. Na natureza, essa é uma forma que o primeiro micro-organismo usa para eliminar competidores.

O que é fundamentalmente novo na teixobactina é que ela ataca a fabricação de lipídios, moléculas que servem de "tijolo" para construir a parede celular das bactérias.

Segundo Gerard Wright, da Universidade McMaster, do Canadá, que não participou do estudo, normalmente bactérias são capazes de evoluir por meio de mutações que alteram o "alvo" do fármaco, tornando-se imune à substância.

Mas é improvável, diz, que bactérias adquiram mutações que alterem componentes tão fundamentais como os lipídios sem inviabilizar seu próprio funcionamento.

A vancomicina, outro antibiótico que ataca a produção de lipídios, foi um daqueles contra os quais as bactérias mais demoraram para criar resistência. Foram cerca de três décadas até que os patógenos imunes aparecessem.

A nova descoberta surge como um alento em um momento difícil para a infectologia.

No ano passado, a OMS deu às bactérias resistentes a antibióticos o status de crise global. Algumas linhagens da bactéria da tuberculose, por exemplo, já são resistentes a todos os antibióticos disponíveis --o surgimento de novas drogas é, assim, crucial.

Segundo Kim Lewis, da Universidade Northeastern, um líderes do trabalho, a teixobactina só não deve seguir para testes clínicos logo de cara porque ainda requer algumas alterações químicas.

A substância não se dissolve bem em água, mas pode ser modificada para isso. Esse aprimoramento, que exige certo trabalho, torna a administração da molécula mais fácil quando a intenção é produzir uma pílula ou uma injeção.

http://portal.crfsp.org.br/comunicacao/clipping/6115-noticias-08-01-2015.html

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Anvisa vai liberar uso de novo medicamento que trata a Hepatite C

Daklinza (daclatasvir) será liberado após publicação no Diário Oficial.Outros dois princípios ativos que tratam o vírus estão em análise.




Vejam a matéria na integra no link abaixo:

ANVISA - 2º Relatório trimestral de atividades da Superintendência de Medicamentos e Produtos Biológicos –



Vejam relatório de atividades.

Extraído site da ANVISA
Publicado o 2º Relatório trimestral de atividades da Superintendência de Medicamentos e Produtos Biológicos – SUMED
23 de dezembro de 2014





Confiram no link abaixo:

sábado, 3 de janeiro de 2015

Anvisa define este mês se reclassifica substância da maconha como remédio


Saúde

Anvisa define este mês se reclassifica substância da maconha como remédio

por
Agência Brasil
Publicada em 02/01/2015 14:48:57
A discussão sobre a reclassificação do canabidiol será retomada na primeira quinzena deste mês pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), durante reunião da diretoria colegiada.
Atualmente, o canabidiol integra a lista de substâncias proscritas (proibidas) no Brasil. O canabidiol é uma substância, presente na folha da maconha (Cannabis sativa), que é usada para tratamento de doenças neurológicas, câncer, mal de Parkinson, entre outras.
Em audiência pública na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, em novembro de 2014, o presidente substitudo da Anvisa, Ivo Bucaresky, explicou esse trâmite.
“Por ser um derivado da cannabis, o canadibiol estava incluso na Lista E, que é a lista de plantas que podem originar substâncias entorpecentes e psicotrópicas, e na Lista F, que são susbtâncias de uso proscrito no Brasil, de entorpecentes e psicotrópicos".
Caso seja reclassificado, ele vai para a "Lista C1, que é uma lista de [remédios] controlados que envolve uma série de medicamentos". Segundo o Bucaresky, a reclassificação facilitará a importação da substância por pessoas jurídicas e para pesquisas científicas.
No ano passado, a agência simplificou os trâmites necessários para a importação de produtos à base de canabidiol por pessoa física e para uso próprio.
Com a mudança, a documentação entregue pelos interessados tem validade de um ano, sendo necessária apenas a apresentação da receita médica a cada novo pedido de importação.
No caso da primeira importação, o interessado deverá preencher um formulário com dados gerais, apresentar a prescrição e o laudo médico à Anvisa.
O solicitante deverá assinar ainda um termo de responsabilidade com o médico responsável pelo tratamento. Caso haja alteração de prescritor, será necessária a assinatura de novo documento.
Também em 2014, o Conselho Federal de Medicina decidiu autorizar neurocirurgiões e psiquiatras a prescrever remédios à base de canabidiol para crianças e adolescentes com epilepsia, cujos tratamentos convencionais não surtiram efeito.


Anvisa define este mês se reclassifica substância da maconha como remédio