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T&B Pharma Consulting

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Anvisa suspende comercialização de anti-inflamatório — Portal Brasil

A comercialização e o uso do medicamento Ibuprotrat (Ibuprofeno) foram suspensos por determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta sexta-feira (29). O medicamento, usado como anti-inflamatório, possui dosagem de 50 mg/ml e é produzido pela empresa Natulab Laboratório S/A.
As suspensões acontecem porque, segundo a Anvisa, o laudo emitido pelo Instituto Adolfo Lutz revelou resultados insatisfatórios no ensaio de aspecto dos três lotes do medicamento. O ensaio de aspecto analisa as características organolépticas (cor, sabor, odor, textura) do medicamento.
Também foram suspensas todas as publicidades dos produtos da linha Glukderm, que contenham qualquer tipo de expressão que atribua propriedades terapêuticas não estabelecidas na legislação sanitária vigente para esse tipo de produto.
A decisão, segundo a Anvisa, foi tomada após a comprovação da divulgação irregular de diversos produtos por meio de endereço eletrônico, para os quais estão sendo atribuídas alegações terapêuticas para o tratamento da psoríase, úlceras, queimação, entre outras, em desacordo com seus registros na Anvisa.
A Glukderm informou que a linha em questão será retirada do mercado, mas não soube informar o prazo estipulado para que isso ocorra. A empresa ressaltou que se tratam de produtos fitoterápicos ou naturais que não fazem mal à saúde.
Fonte:
Link:

Anvisa suspende comercialização de anti-inflamatório — Portal Brasil

GMP News: WHO publishes interesting new Guidance for the Storage and Transport of Pharmaceutical Products

GMP News: WHO publishes interesting new Guidance for the Storage and Transport of Pharmaceutical Products

Exporting to Brazil? ANVISA is tough and hands-on, says Kemwell

Exporting to Brazil? ANVISA is tough and hands-on, says Kemwell

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Americanos testam vacina contra câncer de pulmão feita por cubanos - DIKAJOB

Pesquisadores americanos vão se juntar a colegas cubanos para reforçar o desenvolvimento de uma vacina para o câncer de pulmão: a Cimavax.

Uma esperança para pacientes com câncer de pulmão. Essa novidade vem de uma parceria que até pouco tempo era impensável. Cientistas americanos vão começar a testar uma vacina, desenvolvida por médicos cubanos. Essa aproximação dos inimigos históricos vem abrindo portas, em diferentes setores.
Os veleiros deslizaram pela água cristalina do atlântico em um dia histórico. Cinco equipes americanas deixaram Key West, na Flórida, com destino a Havana, capital de Cuba. George Bellenger, o organizador da regata, lembra que apenas 170 quilômetros separam Key West de Havana.
E que o dia é importante porque esta é a primeira vez, em mais de 50 anos, que todas as autorizações legais para o evento foram emitidas. “Até minha mãe autorizou”, diz George Bellenger.
A orquestra do estado americano de Minessota também passou o fim de semana na ilha. Os músicos se apresentaram no Teatro Nacional de Havana.
O intercâmbio cultural é importante, claro. Mas o governador de Nova York, Andrew Cuomo, está de olho mesmo é nos negócios. Recentemente, ele levou a Cuba um grupo de 20 empresários que representam gigantes dos setores de aviação, alimentos, cartões de crédito e indústria farmacêutica. O governador deixou a ilha com pelo menos um acordo fechado.
Pesquisadores americanos vão se juntar a colegas cubanos para reforçar o desenvolvimento de uma vacina para o câncer de pulmão: a Cimavax. Testes mostraram que ela não elimina as células cancerígenas. Mas estimula a produção de anticorpos que impedem o tumor de crescer e se espalhar.
A vacina vem sendo usada em pacientes cubanos desde 2011. Os resultados mostram que a Cimavax aumenta a expectativa de vida do paciente, em média, quatro meses. O que também atraiu também o interesse dos americanos foi o baixo custo de produção da vacina. Cada dose custa um dólar, mais ou menos R$ 3.
O que as empresas americanas querem é ir preparando o terreno para se instalarem em Cuba quando isso for possível. O embargo econômico continua valendo. E só o Congresso americano tem poder para suspendê-lo.
Fonte Bom Dia Brasil
Link:
Americanos testam vacina contra câncer de pulmão feita por cubanos - DIKAJOB

terça-feira, 9 de junho de 2015

Presidente-executivo da Interfarma, Antônio Britto, esclarece que 86% da matéria-prima usada na fabricação de medicamentos é importada.Entrevista à rádio Jovem Pan (01/06/2015)

Snif Brasil - 13 patentes de laboratórios farmacêuticos são derrubadas

A 2ª Turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (RJ e ES) quebrou as patentes de diversos medicamentos destinados ao tratamento de doenças graves, como o HIV. De forma inédita, a decisão considerou que os 13 laboratórios farmacêuticos proprietários dos fármacos não tinham direito ao prazo mínimo de 10 anos de validade do registro, concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). Isso porque os registros das patentes foram solicitados após o Brasil aderir o Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio (TRIPs, na sigla em inglês), em 1994.


Até a assinatura do tratado, o país não reconhecia o direito de propriedade sobre os produtos farmacêuticos e agroquímicos. O Inpi só passou a analisar esses pedidos após a regulamentação da norma internacional, que veio dois anos depois, com a sanção da Lei 9.279. Até maio de 1997, quando a regulamentação entrou em vigor, o órgão admitiu os pedidos de registros por meio de um serviço de caixa postal. Em todos os casos aprovados, a autarquia concedeu a patente pelo prazo de 20 anos contados da data do depósito, além do período mínimo de dez anos de validade do registro. Isso garantia que, se a patente demorasse 15 anos para ser concedida, por exemplo, o registro não valeria apenas pelos cinco anos restantes do prazo, mas sim por dez anos.

Ocorre que o Inpi, ao rever seus atos, decidiu que a validade mínima do registro não se aplicaria aos casos de mailbox (caixa postal). Por isso, entrou com cinco ações na Justiça Federal para pedir a anulação das patentes das 13 indústrias e cujo registro havia sido solicitado em 1995. Menor preço Segundo o desembargador federal André Fontes, relator do voto condutor do julgamento pela 2ª Turma Especializada, a legislação não prevê a garantia do prazo mínimo de validade das patentes cujos registros foram requeridos no sistema mailbox. Fontes apontou o interesse social das ações julgadas. Na prática, afirmou, o término da validade das patentes possibilitará a redução dos preços dos medicamentos, pois as empresas concorrentes poderão produzir tais medicamentos. As patentes anuladas são de remédios para a prevenção e tratamento de doenças isquêmicas, oesteoporose e problemas coronarianos e gastrointestinais. Além disso, há dois medicamentos para o tratamento de pessoas com o vírus HIV e um kit para detecção da Doença de Chagas.

As decisões atingem os laboratórios Evonik Goldschmidt, Duratec Corporation, Kowa Company Ltd., Western Therapeutics Institute, Elanco Animal Health Ireland Limited, Eurovita S.A., Eurofarma Laboratórios S.A., Icos Corporation, Eli Lily do Brasil Ltda., Keiko Otsu, The Wellcome Foundation Limited, Theratechnologies Inc. e Louis V. Kirchhoff. Também figuraram como partes nos processos a Secretaria de Defesa da Grã-Bretanha e o governo dos Estados Unidos. 




Snif Brasil

Snif Brasil - Expiração de patentes estimula concorrência no segmento farma



Quem produz medicamentos se depara com o fantasma constante das expirações das patentes, em geral, 20 anos após o pedido inicial. Nesse setor, o custo da tecnologia é muito mais alto do que o de produção. Quando um produto, por força de lei, perde a patente, seu preço despenca, para evitar o desastre no balanço financeiro, a farmacêutica tem então de criar novos produtos. É preciso patentear mais e mais. "As empresas estão sempre famintas por novos produtos", diz o vice-presidente de pesquisa da Merck, Luciano Rossetti. "Um desafio é ao mesmo tempo ter musculatura para manter vários testes clínicos e também seletividade, você não pode sair atirando para todos os lados”, conclui. A imuno-oncologia tem sido uma sensação nos departamentos de pesquisa das empresas, mas especialistas apontam que suas façanhas ainda são limitadas. "Que essas drogas funcionam é fato. Mas precisamos saber melhor para quais pacientes e para quais tumores", afirma o oncologista Fernando Maluf.

Fonte: Guia da Farmácia