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T&B Pharma Consulting
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Anvisa: Farmacêutico pode preencher dados do paciente na receita
A Anvisa publicou recentemente uma nota técnica com diversas atualizações referentes à RDC 20/11, que define novas regras para comercialização e dispensação de substâncias antimicrobianas. Uma das principais alterações está no item 1.1 da nota, que autoriza o farmacêutico a preencher os dados no receituário, referentes à idade e ao sexo do paciente, casos essas informações não tenham sido incluídas pelo prescritor.
Esta alteração constava em um ofício enviado pelo CRF-SP à Anvisa, na ocasião da publicação da RDC 20/11, com questionamentos sobre a normativa. No documento, o CRF-SP sugeria, justamente, a possibilidade de inserção dos dados do paciente (idade e sexo) na receita pelo farmacêutico responsável pela dispensação, quando esses dados não estiverem preenchidos pelo prescritor.
A sugestão foi contemplada na nota técnica sob a correta justificativa de que “este procedimento garante o acesso do paciente ao medicamento e ao tratamento e não acarreta qualquer prejuízo sanitário”. A decisão da Anvisa contribuirá para agilizar o processo de dispensação, reduzindo transtornos para pacientes e para os farmacêuticos. Para ler a íntegra da nota técnica.
Fonte: Assessoria de Comunicação do CRF-SP
Fraudes em saúde são cem vezes maiores que as contra os bancos
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| 28/10/2011 -Folha de S.Paulo |
| Jornalista: CAMILA FUSCO |
| Desfalques globais aos sistemas médicos somam US$ 800 bi; investimento em proteção é baixo EUA perderam, em 2010, US$ 100 bi; no Brasil, fraude bancária somou R$ 685 mi no primeiro semestre As fraudes globais em sistemas de saúde atingem anualmente US$ 800 bilhões e já são cem vezes maiores do que os crimes cometidos contra sistemas financeiros. Só nos Estados Unidos, no ano passado, foram US$ 100 bilhões em perdas. Entre os crimes mais comuns estão a falsificação de recibos de consultas, exames e cirurgias. Também figuram entre as principais fraudes o superfaturamento de procedimentos hospitalares e falsificações cometidas pelos próprios médicos e enfermeiros, que declaram ter usado equipamentos, materiais ou medicamentos não solicitados. O objetivo principal e comum de todas as práticas é obter reembolso dos sistemas de saúde. Segundo dados apresentados durante a conferência do SAS Institute, empresa de sistemas de inteligência de negócios, apesar dos números alarmantes, o setor ainda investe pouco em ferramentas de proteção. Enquanto os gastos anuais com tecnologia antifraude superam US$ 2 bilhões nas instituições financeiras -volume que deve chegar a US$ 4,3 bilhões em 2013, segundo a consultoria Chartis Research-, o setor de saúde movimenta um décimo do valor. Parte da investigação sobre as fraudes tem ficado a cargo dos governos. Os EUA, um dos países que mais sofrem com o problema, prenderam neste ano a maior quadrilha já envolvida em fraudes de saúde. Em fevereiro, 111 médicos, enfermeiros e usuários foram detidos em nove cidades do país sob a acusação de lavagem de dinheiro, falsificação e conspiração contra o sistema médico. Os desfalques chegavam a US$ 225 milhões. Com auxílio do FBI, o país investiga hoje mais de 2.000 casos potenciais de fraudes contra o setor de saúde. TECNOLOGIA DO CRIME Apesar de o setor financeiro liderar os investimentos em tecnologias de combate a fraudes, as instituições sofrem com o número crescente de crimes. Só as seguradoras americanas perdem, por ano, US$ 30 bilhões com crimes relacionados à falsificação de propriedade e de ocorrências que buscam compensações. No Brasil, as perdas com fraudes bancárias eletrônicas somaram R$ 685 milhões no primeiro semestre deste ano, com alta de 36% sobre o mesmo período do ano passado, segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos). Durante a conferência, Bob Shiflet, vice-presidente do Bank of America, declarou que novas tecnologias móveis e até as redes sociais se tornaram ferramentas sofisticadas para que os criminosos aperfeiçoem a abordagem às vítimas e hoje representam alguns dos principais desafios para o setor financeiro. |
Pharmaceutical Microbiology: Microbiology water references
Pharmaceutical Microbiology: Microbiology water references: Here is a - fairly long - list of references which relate to the microbiological examination of water : Allen, M.J., Edberg, S.C. and Rea...
Anvisa Debate descarte de medicamentos que sobram em casa — Descarte de Medicamentos
Anvisa Debate descarte de medicamentos que sobram em casa — Descarte de Medicamentos
Notícia publicada no portal da ANVISA, no dia 31/10/2011.
Reduzir as sobras de medicamentos na casa do consumidor e dar a destinação correta aos medicamentos que não serão mais utilizados são os desafios para a Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei 12.395/10. Nesta segunda-feira (31/10), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária realizou o programa Anvisa Debate com o tema descarte de medicamentos e debateu as propostas para implantar a logística reversa na cadeia produtiva destes produtos....
Rio espera maior epidemia de dengue da história e pede ajuda à população - vida - saude - Estadão
Rio espera maior epidemia de dengue da história e pede ajuda à população - vida - saude - Estadão
Prefeitura da cidade promove atividades para mobilizar os cariocas a colaborarem no combate ao mosquito transmissor
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Anvisa suspende comércio de antirretroviral usado no tratamento da aids - vida - saude - Estadão
Anvisa suspende comércio de antirretroviral usado no tratamento da aids - vida - saude - Estadão: "Agência Brasil
BRASÍLIA - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, como medida de interesse sanitário, a suspensão da distribuição, do comércio e do uso do medicamento Lamivudina 10 miligramas, solução oral. A resolução foi publicada nesta quarta-feira, 26, no Diário Oficial da União.
Veja também:
Uso de antirretroviral por pessoas sadias reduz transmissão do HIV
Primeiro antirretroviral genérico produzido no Brasil já está no mercado
O produto fabricado por uma indústria goiana é um antirretroviral usado no tratamento de pacientes com aids. A medida foi adotada principalmente em função de notificações repassadas à Anvisa, relacionadas ao aspecto do medicamento."
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BRASÍLIA - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, como medida de interesse sanitário, a suspensão da distribuição, do comércio e do uso do medicamento Lamivudina 10 miligramas, solução oral. A resolução foi publicada nesta quarta-feira, 26, no Diário Oficial da União.
Veja também:
Uso de antirretroviral por pessoas sadias reduz transmissão do HIV
Primeiro antirretroviral genérico produzido no Brasil já está no mercado
O produto fabricado por uma indústria goiana é um antirretroviral usado no tratamento de pacientes com aids. A medida foi adotada principalmente em função de notificações repassadas à Anvisa, relacionadas ao aspecto do medicamento."
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