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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Produção nacional de remédio contra tuberculose depende de aval da Anvisa - vida - saude - Estadão

Produção nacional de remédio contra tuberculose depende de aval da Anvisa - vida - saude - Estadão:

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Brasileiros devem gastar o dobro com cosméticos nos próximos anos

Brasileiros devem gastar o dobro com cosméticos nos próximos anos:
quarta-feira, 12. Setembro 2012
Quem trabalha na área prevê que em quatro anos alcancemos o primeiro lugar. Mas a concorrência é grande, e as novidades não param de chegar.
O mercado da beleza vive dias de crescimento acelerado. E o Brasil já se transformou em um dos maiores consumidores de cosméticos do mundo. Especialistas afirmam que os gastos com xampu, maquiagem, cremes vão dobrar nos próximos anos. É um setor que dificilmente enfrenta crise. E que se destaca em épocas de economia em crescimento.
O Brasil é hoje o terceiro maior consumidor mundial de cosméticos. E quem trabalha na área prevê que em quatro anos alcancemos o primeiro lugar. Mas a concorrência no setor é grande. E por isso mesmo as novidades não param de chegar ao mercado. Espelho, espelho meu: “Não existe cabelo mais bonito que o meu, é o mais lindo de todos, maravilhoso”, diz Carina Neves, recepcionista.  Cabeleira que se preze tem que ser exaustivamente manuseada. “Cachos bonitos têm que estar bem definidinhos, ter bastante creme”, diz Cleidiene Aparecida Silva, auxiliar de cabeleireira.
No salão e em casa também. “Mora só eu e meu pai, ele fica louco. Porque não tem espaço para nada. O banheiro é meu. Desculpa, mas eu sou mulher, fazer o que”, brinca Ana Paula Amorim, professora de dança.
É uma paixão traduzida em números. Em três anos, o movimento no salão da Soraia Ferretti quase triplicou. “Agora que tem um dinheiro sobrando, que hoje a classe média realmente melhorou o poder aquisitivo, ela não economiza para beleza”, afirma.
E a projeção para 2020 é de ventos soprando a favor da beleza. Para se ter uma ideia: o valor com a venda de produtos para cabelo só na Grande São Paulo vai ser duas vezes maior do que o registrado na França. E o dinheiro movimentado pelo setor de cosméticos e cuidados pessoais no Brasil vai mais que dobrar.  “É uma combinação de três fatores. Primeiro, o brasileiro - por definição - é ávido por consumir, obcecado por beleza. O segundo fator é o aumento expressivo na renda real, sobretudo a classe media emergente.
E o terceiro é que a gente vai ter um bônus demográfico em 2020, a gente vai ter o pico da população economicamente ativa. Então ele vai se traduzir em um consumo acelerado de produto de beleza e de cuidados para pele”, explica Fabio Stul, sócio-diretor da McKinsey & Company.A indústria de cosméticos vai surfando nessa onda com máquinas a pleno vapor. O Brasil já é o principal consumidor dos produtos de uma marca multinacional. Há cinco anos passou os Estados Unidos no ranking de vendas. Por isso, a indústria construiu em Cabreúva, no interior paulista, o maior centro de distribuição do mundo.
Para os próximos anos, a empresa aposta no crescimento das vendas das linhas de cremes faciais e de maquiagem. Tanto é que grande parte dos lançamentos feitos hoje é de produtos dessas linhas. São mais de 300 novas opções a cada ano. “Milhares de mulheres usam os batons que passam aqui pela minha frente. Cada dia é um produto novo, um batom diferente. Para a gente também, é todo dia uma novidade”, conta Denise Ribeiro, auxiliar de produção. 
“Hoje maquiagem é só consumido por 40% da população. Hoje você tem o batom e uma máscara para os cílios, mas a consumidora brasileira ainda não tem o hábito de usar sombra, blush e outros produtos para completar o seu look de maquiagem. Então são categorias que ela vai incorporar no seu hábito, na sua rotina de beleza”, explica Ricardo Patrocínio, diretor executivo de Marketing da Avon do Brasil. E é o batom super-hidratante, o creme com nanotecnologia. Em uma feira da beleza em São Paulo, a pele também está na mesa de apostas. “As mulheres hoje gastam mais com produtos para pele do que a geração de 20 anos atrás. E a geração que está vindo agora vai gastar mais ainda”, afirma Cesar Tsukuda, diretor da feira. 
Elas. E eles também. “Creme para o rosto, creme do corpo, às vezes um gelzinho creme para o pé também. A gente anda bastante, tem que cuidar do pé também”, brinca Daniel Rosado, cabeleireiro técnico.
Em 2011, as vendas de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumaria movimentaram mais de R$ 73 bilhões. Ao todo, 98% das indústrias desse setor são de pequeno e médio porte. Ou seja, tem muito espaço para empreendedores.
Fonte: G1
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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Novo Capítulo 1 - GMP Europa - Pharma Quality System

GMP News
12/09/2012
 
Finally published: new EU GMP Chapter 1 with comprehensive Changes
 
The Directorate-General for Health and Consumers (DG SANCO) of the European Commission has published the final version of the revised Chapter 1 of the EU-GMP Guide, which will now be called "Pharmaceutical Quality System". Chapter 1 was amended in order to align with the concepts and terminology described in the ICH Q10 tripartite guideline on Pharmaceutical Quality System and includes comprehensive changes. The deadline for coming into operation is 31 January 2013!
Some of the changes are very comprehensive. This already becomes clear from the title, which was changed from "Quality Management" to "Pharma Quality System". This new term can be found constantly in the document. 
Chapter 1 emphasises that GMP "applies to the lifecycle stages from the manufacture of investigational medicinal products [IMPs], technology transfer, commercial manufacturing through to product discontinuation" but that Quality Management "covers all matters, which individually or collectively influence the quality of a product". Therefore, "Quality Management incorporates Good Manufacturing Practice." When it comes to pharmaceutical development, the extension of the Pharmaceutical Quality System remains optional. But if implemented it should "facilitate innovation and continual improvement and strengthen the link between pharmaceutical development and manufacturing activities".
Although ICH Q10 is still reproduced in Part III of the EU-GMP Guide, several principles of ICH Q10 were incorporated into Chapter 1. Even requirements like continuous and continual improvement for products and processes were adopted.
Furthermore, the emphasis of the senior management's responsibility has been pointed out: "Senior management has the ultimate responsibility to ensure an effective Pharmaceutical Quality System is in place. (…) This leadership should ensure the support and commitment of staff at all levels and sites within the organisation to the Pharmaceutical Quality System". That means that top management's responsibility known from ISO 9001 is now part of the GMP requirements, just like other ISO 9001 elements.
Up till now, a CAPA system had not been defined expressly in this form. Now points 1.4 (XV) and 1.8 (VII) clearly require appropriate corrective actions and/or preventative actions (CAPAs) and root cause analysis in connection with Quality Risk Management principles.
Besides the Product Quality Review (PQR, now described in part 1.10), a Management Reviewbecomes necessary to "identify opportunities for continual improvement of products, processes and the system itself". This review should involve senior management as well. The PQR itself now should also incorporate a review of supply chain traceability of active substances.
Other concrete requirements are those on the documentation of the QM System. For the first time, there is a requirement for a Quality Manual (section 1.7), describing the quality management system and the associated responsibilities.

Here you can find the new Chapter 1 of the EU GMP Guide.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Seminário ISPE - Palestra TekPharma 8 Outubro 2012

Seminário
“Ambientes Controlados na Indústria Farmacêutica”
8 de Outubro de 2012
Objetivos:
Como tratar: Riscos, Temperatura, Umidade, Pressão e Classificação no ambiente controlado. Ar condicionado, ventilação, exaustão, filtragem, desumidificação, neste contexto.

Conteúdo Programático:
Apresentação do Guia ISPE com foco em pontos atuais e práticos para que os participantes saiam motivados e com uma visão de oportunidades para ação. Apresentação do conceito Risco. Introduzir conceitos técnicos para economia de recursos. Apresentar conceitos e produtos consolidados. Requisitos do usuário adequados reduzindo custos .

Palestras:
“ISPE Good Practice Guide: Heating, Ventilation and Air Conditioning” 
Sr. João Carlos Corrêa da Silva (Ergo Engenharia) Apresentação do Guia

“Análise e Gerenciamento de Risco” 
Sra. Alessandra Tomazzini (TekPharma)



  • Cenário atual;
  • Regulamentação aplicável;
  • Visão geral do programa de gerenciamento de riscos para a qualidade;
  • Análise de riscos aplicadas a sistemas HVAC;
  • Tendências em inspeções regulatórias.

  • “Aplicação dos gradientes de pressão”
    Sr. Eduardo Rein (REINTECH)
    Antecâmaras: Cascata, Bolha, Sumidouro;

    “Desumidificadores Dessecantes”
    Sr. Danilo Santos (Munters)



  • Porque desumidificação dessecante;
  • O desumidificador dessecante;
  • Desumidificação X Consumo de energia;
  • Futuras tecnologias de desumidificação.

  • “Recomendações ISPE sobre unidades de tratamento de ar”
    Sr. Celso Simões(TROX)
    Exigências Gerias: Carcaça; Estanqueidade; Serpentinas e Bandeja de condensados; Ventiladores; Motores; Filtros; UVC; Parte elétrica

    “Sistemas”
    Sr. João Carlos Corrêa da Silva (Ergo Engenharia)



  • Visão Geral – Sistema e Meio Ambiente;
  • Dutos de ar- Tipos , normas e perdas;
  • Ar externo - conceito e normas;
  • Recirculações – conceito e Classificação de pureza;
  • Fluxograma básico de uma área de sólidos.

  • “Desenvolvendo a especificação de Requisito do Usuário (ERU ou URS)“
    Sr. Célio Martins (Análise)



  • Introdução
  • Delimitando o Documento: O que, Quando, Como, Quem;
  • Parâmetros de AVAC (HVAC): Temperatura, Pressurização, Padrões de fluxo, Movimentação de ar, Sistemas de filtragem;
  • Gestão dos critérios críticos e não críticos: Exemplos


  • Mesa com todos os palestrantes p/ esclarecimentos de dúvidas e debates.
    Público Alvo:
    O evento se destina a Engenheiros , gerencia da qualidade e usuários com atuação no desenvolvimento ou aquisição do sistemas de HVAC que estejam interessados em aumentar o conhecimento visando otimizar custos com segurança.
    Investimento:
    Para os associados ISPE: R$ 520,00
    Para não sócios: R$ 730,00


    Local:Hotel Ibis SP Congonhas
    Rua Baronesa de Bela Vista – 801
    (Próximo ao Aeroporto de Congonhas)
    São Paulo – SP
    Das 8h30 às 18h
    Patrocínio
    Apoio
    Parceria
    Maiores informações
    www.ispe.org.br
    11 3758-1779
    ispebrasil@ispe.org.br
    É EXPRESSAMENTE PROIBIDO QUALQUER TIPO DE CAPTAÇÃO DE IMAGENS E SONS DO TREINAMENTO
    ISPE Afiliada Brasil

    segunda-feira, 10 de setembro de 2012

    Resistência Bacteriana aos Antibióticos - Tradução Vídeo FDA


    Hand Hygiene In Controlled Environments





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    domingo, 9 de setembro de 2012

    MS investe R$ 27 mi na produção de radiofármacos

    MS investe R$ 27 mi na produção de radiofármacos:

    Foto: Divulgação
    Os ministros da Saúde, Alexandre Padilha e da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, assinaram nesta sexta-feira (31) acordo para fortalecer a produção, modernizar e qualificar plantas produtivas do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) – em São Paulo – e do Instituto de Engenharia Nuclear (IEN) – no Rio de Janeiro. “Apostas como estas, que o governo federal faz quando associa o Ministério da Saúde e o MCTI, fortalecem a capacidade de produção do nosso país”, destaca o ministro Alexandre Padilha. Ao todo, o Ministério da Saúde está investindo R$ 27 milhões nos dois institutos.
    O acordo foi firmando no âmbito do Programa para o Desenvolvimento do Complexo Industrial da Saúde (Procis), com investimento no Ipen – em São Paulo – de R$ 17,5 milhões e R$ 9,5 milhões para o IEN – Rio de Janeiro. O valor total será repassado em duas parcelas programadas para setembro 2012 e janeiro 2013, respectivamente.
    Para o ministro, essa rede de apoio à inovação na Saúde é um passo fundamental para os próximos desafios que o Brasil tem pela frente. “Sabermos aproveitar ao máximo o potencial e as singularidades do Brasil podem fazer com que nosso País ocupe espaço importante na geopolítica mundial e no cuidado à saúde”, acredita.
    O objetivo do acordo é adequar a produção de radioativos, utilizados em medicina nuclear para terapia e diagnóstico em oncologia, neurologia e cardiologia, às Boas Práticas de Fabricação (BPF), instituída pela Anvisa em 2010. Os institutos têm até 2014 para atender a todos os requisitos legais da agência, levando em conta também os requisitos de segurança radiológica impostos pelas normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).
    A comissão fornece medicamentos radioativos à classe médica brasileira, garantindo a realização anual de 1,5 milhão de procedimentos diagnósticos e terapêuticos em medicina nuclear. São 380 clínicas e hospitais que recebem os produtos no país, totalizando 10 mil pacientes por dia. Estima-se que 30% dos procedimentos são custeados pelo Sistema Único de Saúde.
    Estão definidos na tabela unificada de procedimentos, medicamentos e insumos estratégicos do SUS quais os procedimentos nucleares custeados pelo SUS, tanto em hospitais públicos quanto clínicas privadas especializadas.
    Procis – O governo lançou neste ano o Programa de Investimento no Complexo Industrial da Saúde (Procis) que, entre outras medidas de estímulo à produção pública, aumenta em cinco vezes os investimentos em 18 laboratórios públicos nacionais. Serão investidos R$ 270 milhões na infraestrutura e qualificação de mão de obra desses laboratórios. E, nos próximos quatro anos, o investimento será da ordem de R$ 2 bilhões, sendo R$ 1 bilhão do governo federal e R$ 1 bilhão de contrapartidas estaduais. É seis vezes mais do que foi investido nos últimos 12 anos. Entre 2000 e 2011, o investimento total do governo foi de R$ 512 milhões. Com estas medidas, a expectativa do governo é reduzir as desigualdades regionais a partir do estímulo ao fortalecimento dos laboratórios em diversas regiões do país.
    Fonte: Rhaiana Rondon /Agência Saúde